quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

muitos me conhecem, poucos sabem da minha vida. ninguém sabe o que eu sinto. e se pensa que me entende, me conhece, está enganado, não conhece meus sentimentos, não sabe das minhas atitudes, talvez porque eu seja imprevisível. você pode me amar, me odiar, mas não me conhece de verdade para poder me julgar. apesar de saber que a minha felicidade é a infelicidade de alguns porque são invejosos, ciumentos e não conseguem ter vida própria; posso até dizer que amo os que me amam. não odeio os que me odeiam porque não sou igual a eles.

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então aprendi que
melhores amigos, às vezes nem são tão melhores assim. aprendi que o melhor remédio é ouvir as pessoas, mas isso também pode ser o pior veneno. aprendi que amores eternos podem acabar em questão de segundos. aprendi que aqueles que considerávamos apenas mais um amigo, pode ser o amigo. aprendi que despedidas podem ser a chance de um reencontro. aprendi que a distância pode também unir pessoas. aprendi que os fins, por mais dolorosos que sejam, podem ser a melhor coisa que poderia nos acontecer. aprendi que amigos nos decepcionam. aprendi que o ''pra sempre'' sempre acaba, e ''nunca'' jamais é cumprido.

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QUEM INVENTOU A DISTÂNCIA... NÃO CONHECIA A SAUDADE!
 E com certeza não amava, pois quem ama quer estar sempre ao lado das pessoas que ama, seja: um amigo(a), mãe, pai, um parente, irmã(o), namorada(o), não importa quem e sim que ame e sinta saudades, pois na lembrança sempre estará!
Saudade é um termo difícil de explicar, existindo tão somente no vocabulário da língua portuguesa, sendo uma espécie de nostalgia, mas mais complexa. É a lembrança de um bem que está ausente.
A palavra só existe na língua portuguesa, mas com certeza habita os corações de todo o mundo das pessoas que amam. 

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